Djiu de Galinha foi tão marcante que me fez voltar para Bissau com algo significante de lá. Passaram-se os dias e eu nem tinha me tocado de que um ser invasor estava fazendo meu pé de morada. Somente na quarta-feira (05/maio) percebi que meu pé estava coçando durante o devocional do “Centro Juvenil” (MPC). Olhei para a Rose e mostrei meu pé. Com medo perguntei: “é bicho de pé?”. Imediatamente ela disse: “sim”. Fiquei arrasada. Nunca tinha visto alguém com bicho de pé, nem imaginava que ele era da forma que é. Logo depois fomos pegar água com os baldes, pois estávamos sem água. Lá fui eu carregar os baldes pisando torto até que demos um breve intervalo enquanto o baião maior enchia. Nesse intervalo a Rose e a Marta, que é nossa amiga guineense, sentaram comigo na sala e começaram a “operação”. Foi nojento! Veja as fotos.


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